21ª Reunião do Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares – Abril de 2011

29/03/2011

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III FÓRUM NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS E ESCOLARES NATAL LUZ EM GRAMADO

07/12/2010

Biblioteca Escolar e a Magia da Leitura

III FÓRUM NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS E ESCOLARES NATAL LUZ EM GRAMADO

Data: 10 de dezembro de 2010
Local: Centro de Eventos da FAURGS

PROGRAMA

Manhã:

9h – Inscrições

9h e 30min – Abertura Oficial com autoridades – Prefeitura Municipal de Gramado, Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Estadual de Cultura, CRB-10, CFB, Câmara Riograndense do Livro, FABICO/UFRGS.

Apresentação Artística – Xaraxaxá – Direção Lisiane Berti

10h e 30min – PAINEL I – Advocacy em defesa das Bibliotecas Públicas e Escolares – Nêmora Arlindo Rodrigues – Presidente do Conselho Federal de
Biblioteconomia.

11h e 15 min – Fóruns para Melhoria de Bibliotecas Escolares: a trajetória em 2010 – Bibliotecária Loiva Teresinha Serafini – Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia CRB-10, Profa. Dra. Lizandra Brasil Estabel – IFRS; Profa. Dranda. Eliane L. da Silva Moro – FABICO/UFRGS.

12h – Intervalo para Almoço

Tarde

13h e 15min – Apresentação do Grupo de Contadores de Histórias de Arroio dos
Ratos
13h e 30min – PAINEL II – Projetos de Leitura, periferia e inclusão social
– Escolas Municipais de Gramado. – Coordenadora Profa. Dra. Lisiane Pinto dos Santos; Bibliotecária Cláudia Zambelli Mezalira; Consultora Bibliotecária Eroni Kern Schercher.
– Cirandar – Bibliotecas Comunitárias de Porto Alegre – Aline Hernandes – ONG Cirandar/IC&A
– Biblioteca Amigos do Livro de Taquara – Relato de Experiência – Pintor Roberto Carlos Sampaio Guedes sobre a criação da biblioteca comunitária.

14h e 30min – PAINEL III
– Padrões para Bibliotecas Escolares – Profª. Dra. Bernadete Santos Campello – UFMG – Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Biblioteca Escolar – GEBE – Estudo desenvolvido para efetivação da Lei Federal nº12.244/10 que trata da obrigatoriedade das bibliotecas escolares.

15h e 15min – Gestão do Conhecimento através do mapeamento de competências – Case CFB-CRB. Conselheira Federal Prof. Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho.

16h – Sistema de Bibliotecas Escolares de Novo Hamburgo – Coordenação Prof. Leandro Lemes do Prado – Relato de experiência de implantação de serviços bibliotecários no Sistema Municipal de Ensino.

16h e 30min – “Bibliotecas públicas e escolares em Minas Gerais: ação fiscalizatória e iniciativas municipais” – Vice-Presidente do CRB-6, Bibliotecária Haieska Haum e Secretária do CRB-6, Bibliotecária Juliana Moreira.

17h – Encaminhamento de Propostas

18h – Encerramento do Evento.
Postado por CRB-10 no CRB10 em 12/06/2010 10:20:00 AM


Reunião do Fórum em Camaquã, RS

29/11/2010

 

 

 

 

 

 

Nesta sexta-feira (26/11) ocorreu no Cine Teatro Coliseu a 19ª reunião do Forum Gaúcho sobre melhorias nas bibliotecas públicas em Camaquã. No encontro o mais importante assunto tratado foi sobre leitura, o Presidente do Legislativo Camaquense, Vereador Renato Dillmann, participou do evento representando a instituição. “Ler é a melhor maneira de encontrarmos um mundo diferente do que vivemos, através dela, podemos viajar sem sair do lugar”, disse Dillmann. A reunião que começou pela manhã também contou com a participação de professores e bibliotecários da Capital Gaúcha, que acompanharam atentamente a apresentação das escolas locais e apresentaram seus trabalhos.

Fonte:

http://www.camaracq.rs.gov.br/index.php?page=noticias&id=142


19ª Reunião do Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares em Camaquã, RS

19/11/2010

 


III Fórum Nacional de Bibliotecas Públicas e Escolares, 2010

19/11/2010


Reunião do Fórum em Osório, RS – Maio 2010

09/05/2010


II Encontro Nacional pela Melhoria das Bibliotecas Escolares

10/11/2009

Biblioteca_Gramado


Acesso a bibliotecas reduz evasão escolar, confirma pesquisa do Ipea

20/10/2009

Da Agência Senado:

Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Instituto Ecofuturo, em 2007, avaliou o impacto do Projeto Bibliotecas Comunitárias Ler é Preciso, mostrando que a implantação de 55 unidades levou à redução, nesses lugares, de 0,6% do índice de evasão escolar.

– Ter [menos] 0,6% é quase um ponto adicional de redução e estamos otimistas com relação à taxa [de evasão escolar] – salientou a pesquisadora do IPEA, Mirela Carvalho.

O estudo foi mencionado pela pesquisadora durante o seminário “Expansão do acesso à leitura: integração entre ações públicas e privadas”, realizado nesta quarta-feira (14), por iniciativa da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). De acordo com Mirela, a pesquisa avaliou como as bibliotecas poderiam influir, por exemplo, na aprovação e reprovação de alunos e no abandono da escola. Foram implantadas 80 bibliotecas em nove estados, pelo projeto realizado pelo Ecofuturo em parceria com a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Mirela foi uma das debatedoras do tema “Como ampliar o acesso à leitura e como articular as ações entre os setores públicos e privados”, em mesa presidida pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Ela explicou que a pesquisa mencionada englobou as bibliotecas implantadas antes de 2005 e após esse ano e comparou os resultados com comunidades onde não existe nenhuma biblioteca. Conforme Mirela, a pesquisa revelou ainda que a comunidade contribui mais com doação de livros que com a gestão e a utilização das bibliotecas.

O estudo sugere premiar as melhores bibliotecas e criar um sistema de capacitação continuada de bibliotecários. Promover troca de experiências entre bibliotecas sobre planejamento, gestão e realização de atividades de apoio e incentivo à leitura também estão entre as sugestões levantadas pela pesquisa.

Leitores

Jaqueline de Grammond, pesquisadora do departamento de Ciências da Educação da Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ), em Minas Gerais, responsável pela pesquisa de avaliação da biblioteca escolar, salientou o objetivo de orientar “políticas de promoção de leitura”.

– Os dados mostram uma relação direta entre a escolarização e o gosto pela leitura – revelou, citando estudo feito em Portugal pela pesquisadora Maria de Lourdes Dionisio, que também aponta a escola como fator determinante na formação de leitores.

Já o Programa Literatura em Minha Casa, encerrado em 2003, também citado por Grammond, teria comprovado que a escola pode ser o único local que propicia acesso à leitura.

Grammond ainda mencionou pesquisa realizada em conjunto pelo Ministério da Educação (MEC) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O levantamento teria comprovado que as bibliotecas, de modo geral, não funcionam como incentivadoras de ações de leitura, sendo dada maior ênfase à sua estrutura física.

– Há maior necessidade de formação de professores e outros profissionais da escola para que a biblioteca seja o coração da escola – sugeriu.

Cristina Vidigal / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


VIII Reunião do Fórum pela Melhoria das Bibliotecas Escolares na Feira do Livro de Porto Alegre

18/10/2009

Cartaz Forum Feira do Livro


Reunião de setembro: Web 2.0 e a Magia do Livro

09/09/2009

Na sexta-feira passada, dia 04 de setembro, a magia do livro invadiu a Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação. Antes que a reunião do Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares começasse, o auditório decorado com desenhos e outras produções dos alunos das redes de ensino presentes contribuía para que todos estivessem à vontade para ouvir os relatos, num clima de Hora do Conto.

As primeiras falas, contudo, tratavam de uma realidade bem séria. A presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, Nêmora Arlindo, destacou as ações desse órgão para valorizar as bibliotecas escolares, que em sua maioria não apresentam condições adequadas para atender os alunos. Dentre essas iniciativas, Nêmora citou o apoio da Unesco e do Instituto Pró-Livro, que auxiliaram o CFB a estabelecer um diálogo com o MEC. Outro fato a ser destacado é o curso em EAD para bibliotecários, vinculado à Universidade Aberta do Brasil. A fala seguinte foi de Fernanda Melchionna, representando a Câmara Municipal de Porto Alegre.

Fernanda, que é a única vereadora bibliotecária do País, resumiu sua opinião sobre a importância das bibliotecas na educação com uma sentença que foi parafraseada várias vezes ao longo da tarde: “A biblioteca precisa ser o coração da escola”. Em seguida, ela aproveitou a ocasião para divulgar o lançamento da Frente Parlamentar de Bibliotecas Escolares, que ocorrerá no dia 24/09, quinta-feira, pela manhã, na Câmara. Loiva Teresinha, integrante da Comissão de Educação e Cultura do CRB-10 que mediou a reunião, incentivou os bibliotecários do Interior a repetirem essa iniciativa em seus municípios, para criar uma rede de parlamentares pela melhoria das bibliotecas. “O mundo do livro é o que nos salva da ignorância e da violência”, justificou Loiva.

A reunião era sobre as bibliotecas, mas foi o livro – e a escrita – quem chamou a atenção. A Rede Municipal de Ensino de Novo Hamburgo, que compareceu à reunião para fazer um relato de suas experiências positivas na gestão das bibliotecas escolares, levou três escritoras que trabalham com educação na rede (sendo duas delas bibliotecárias) para falarem sobre suas obras. A professora Rosângela Mariano, autora dos livros Utopia e Peixinho Pirulin, foi a primeira a falar, destacando seu amor pela poesia e pela possibilidade de mostrar suas obras para as crianças. Liliane Greuner, que escreveu o livro Ovelha negra, eu? após discutir o racismo em sala de aula, falou sobre como é importante ter liberdade no acesso aos livros durante a época escolar. Ela contou que estudava em um colégio de freiras, e os livros ficavam numa cristaleira fechada. “Quando a gente queria um livro, precisava pedir autorização e a chave para a irmã. E isso que nem sou tão antiga!”, ela brincou. O tom bem humorado continuou com o relato de Mayra Leie, que aproveitou a oportunidade para ler poemas de seu novo livro, Doces. As escritoras foram unânimes: o contato da criança com o autor é importantíssimo, pois desmistifica a figura do escritor. Ao saber que quem escreve é uma pessoa de carne e osso, os alunos aprendem que não há barreiras para que eles próprios um dia publiquem textos também.

Karlete Behrend, que conquistou o primeiro lugar no prêmio Professores do Brasil por seu projeto Biblioteca Escolar: embarque na magia da leitura você também, concorda com as escritoras. Tanto é que seu projeto inclui a visita de escritores às escolas, para aproximar alunos e os autores dos livros que eles leem. Mas não são só as crianças que são incentivadas a ler: em Novo Hamburgo, as bibliotecas escolares também querem se aproximar dos pais. Para isso, foi criada a Sacola da Família, que inclui títulos variados para leitores de todas as idades. As bibliotecas escolares do município de Lindolfo Collor divulgaram ações semelhantes: cada biblioteca deve ter um “escritor padrinho”, e oferecer “Bolsas Literárias” com 15 títulos diferentes, para agradar a família toda.

Na reunião, também surgiram histórias de renovação. A primeira foi a da EMEF Dr. Antônio Bemfica Filho, que pôde reconstruir e equipar sua biblioteca graças a uma parceria com a Justiça Federal de Novo Hamburgo, que destinou parte das verbas de multas para o projeto da Escola. A apresentação de uma reportagem da TV Justiça que conta essa história (veja abaixo) comoveu os presentes. Até Tatiana Fortes, professora que representou essa escola na reunião, não resistiu e chorou ao ver retratada na tela a alegria de seus alunos com a biblioteca nova. “Eu ainda me emociono”.

Outra escola que mostrou uma reformulação do espaço de sua biblioteca foi a EMEF São Jacó, também de Novo Hamburgo. A biblioteca ganhou um novo espaço, um novo nome – Biblioteca Pequeno Príncipe – e foi redecorada, para que as crianças sentissem vontade de visitá-la. O único problema é o acesso: como a nova sala fica num sótão, uma aluna com dificuldades de locomoção acaba não podendo visitar esse ambiente.

Essa dificuldade pode ser contornada com as TIC, Tecnologias de Informação e Comunicação. As professoras Eliane Moro e Lizandra Estabel, em sua palestra sobre a Web 2.0, destacaram o papel da Internet na aproximação entre as pessoas e o conhecimento. “A Web 2.0 é inclusiva, e a gente supera qualquer dificuldade para fazer parte dela. Como profissionais de informação, é nosso dever levar a informação ´para todos”, defendeu Eliane. Para ilustrar isso, elas citaram o caso de estudantes cegas do curso de biblioteconomia em EAD, que se sentiram mais incluídas no ambiente virtual de aprendizagem do que numa sala de aula comum, pois ali sua deficiência passava despercebida. Para mostrar que todos podem aproveitar as potencialidades dos meios digitais, as professoras mostraram um áudio que Ana Lúcia Leite, uma bibliotecária cega, produziu com seus alunos, também portadores de deficiência visual.

A principal característica da Web 2.0 é que, com ela, a Web se torna uma plataforma para que os próprios usuários criem seu conteúdo. Blogs, sites de redes sociais, fóruns e wikis são alguns dos exemplos de locais que a rede disponibiliza para que o internauta comum possa se expressar. Alguns exemplos de blogs de bibliotecas foram citados, com destaque para o Blog da Kátia, criado despretensiosamente e que hoje, um ano depois de seu lançamento, já conta com quase 40 mil acessos e recebeu indicação para o prêmio Top 100 Blogs. E essa é outra magia – como quando, na escola, recebemos a visita de um escritor e descobrimos que artistas são gente, e que também podemos escrever. A diferença é que agora, sabemos como e onde publicar.